
Na prática, Para o importador que olha a Rússia, a conclusão não é 'chinesas vendem bem' e sim a estrutura fixada: no 1º sem 2026 a Rússia importou 130,5k novos da China, 70% das importações novas, +14%; marcas chinesas venderam 405 mil contra 154 mil da AvtoVAZ. Ver essa fatia diz com quem e como jogar.
As rotas mudam: no 1º sem, via UEE (Quirguistão) 35,2k, +192%, quase o triplo. Logística e alfândega se reconstroem, quem só conhece o porto direto perde canal e se expõe aos solavancos.
Façamos a conta: as chinesas já são 70% das novas, então peças e serviço pendem ao sistema chinês; mas a concentração dá força às marcas e a margem derrete. 500 numa só quente deixa pouco jogo; 2-3 marcas + serviço protege melhor.
O impacto é duplo. Usado: no 1º sem a Rússia tomou 117,7k japonesas (57,3%) e 50,5k chinesas (24,6%, +124%) — a chinesa usada também corre. Risco: a taxa sobe com a potência, abaixo de 160 cv é mais barato; pendam à economia, não às grandes.
Três ações: pelo Autostat cheque a fatia mensal e o crescimento de reenvio; escreva mix de marcas e serviço local no contrato; faça a lista prioridade abaixo de 160 cv. Torne diversificação e serviço itens antes do pedido; não ponha todos os ovos numa cesta.
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