
a questão é: Para o importador, a exportação chinesa de julho de 1,043 milhão de unidades, +81,3% a/a, não é notícia e sim sinal de reabastecimento: dois meses seguidos acima de 1 milhão, e NEV a 53%, ou seja capacidade e slots de navio no alto. O que decidir não é se aumenta pedido e sim como travar a carga antes da temporada de frete mais tensa, senão cabine e lead time serão espremidos no início das vendas do país.
Estrutura clara: automóveis 922 000 (+84,6%), comerciais 121 000; NEV 553 000 (+1,5x), 53% do export. 7 meses em 6,14 milhões (+66,8%), NEV 2,909 milhões (+1,2x). O crescimento não é um mercado e sim Europa, SEA, América Latina e Golfo em paralelo; capacidade sobra, logística é o gargalo.
Conta mais direta: cliente Golfo de 200 un/mês, se não travar o T4 no início do T3, pode ver lead time de 30 para 55-70 dias no pico, perdendo 15% a 25% da meta trimestral em falta. Contrato longo com fábrica trava a oscilação de logística sob 5%, bem mais barato que o spot de pico.
Impacto duplo. Prazo: fracione o ano em pedidos trimestrais travados, confirme T4 e T1 antes do fim do T3. Compra: alto crescimento acelera troca de modelo, prefira maduros com compromisso de entrega longa a conceitos. Trânsito: some congestão de porto ao buffer de lead.
Três ações: remonte da temporada do país e trave cabine e capacidade T4 no T3; peça preço longo e garantia de lead à fábrica; lote pequeno para verificar rota nova. Ponha o ritmo de reabastecimento no plano anual; não espere a falta para pegar cabine.
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