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Políticas e regulamentaçãotarifa Méxicocusto de importação2026-09-01

México eleva tarifa de autos a 50%: por que a China cresce

México eleva tarifa de autos a 50%: por que a China cresce

Para exportadores, a tarifa é a chave do custo no México: o salto de 20% para 50% aparece na hora na margem. Muitos ainda cotam na tarifa antiga e descobrem a conta no desembaraço. O decreto virou lei permanente: preços precisam ser reconstruídos — quem começa cedo paga menos.

O alcance é amplo: tarifas de 5% a 50% sobre cerca de 1.463 linhas de países sem acordo. A tarifa de autos sobe de 20% para 50%, o teto da OMC, e a de peças, de 30% a 36%. EUA, UE, Japão e Coreia do Sul mantêm tarifas baixas, então as marcas precisam reconstruir preços, e a montagem local vira a via para contornar a tarifa.

Os números mostram a divisão: no 1º semestre de 2026, as exportações chinesas ao México caíram 25%, para 210,1 mil unidades. As marcas venderam 137,5 mil no local, +27,7%, com participação de 14% a 17%. A oferta migra para montagem local ou trânsito; as tarifas mudam a via de entrada, não a demanda, e o importante é quem fica com a fatia do varejo.

O presidente dos concessionários, Rosales, é cauteloso: a participação sobe, mas o ritmo desacelera, e a tarifa de 50% vai comprimir as promoções. A produção local é a única resposta durável: várias fábricas chinesas estão em construção. Para os traders, a pergunta passa de "o que vender" para "onde produzir".

Três passos: recalcule o custo de cada modelo nas novas alíquotas, listando a tarifa de 50% no carro e de 30% a 36% nas peças; verifique o trânsito e o estoque em zona franca; acompanhe as capacidades locais — quem garantir a montagem ganha cinco anos. Calcule a tarifa primeiro, o frete depois.

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