Peça errada é a principal causa de devolução e retrabalho na reposição automotiva. O mesmo modelo pode ter diferenças ocultas entre anos: o diâmetro do furo do disco de freio pode variar cerca de 2 mm, e interfaces de amortecedores, terminais e iluminação mudam com o facelift. Por isso a compatibilidade nunca deve ser presumida pelo nome do veículo.
Nesta página mostramos como cruzamos peças por número OE, VIN e ano do modelo, e como você pode reduzir erros antes mesmo de pedir a cotação.
Informe o número original gravado na peça ou extraído do VIN e cruzaremos com nossa base por marca, modelo, ano e código do motor. Aplicamos a referência cruzada de cinco passos: leitura do OE, histórico de substituição, números intercambiáveis, checagem de dimensões e reconfirmação por ano e motor, antes de emitir a cotação.

OE significa original equipment, o número original gravado na peça pela montadora. Ele é a referência mais confiável para cruzamento, porque aponta exatamente o componente e seus intercambiáveis. Encontrá-lo na peça antiga ou extraí-lo do VIN é o primeiro passo para uma cotação correta.
Catálogos internacionais como TecDoc usam identificadores de veículo (por exemplo, K-Type) para ligar peças a configurações exatas de marca, modelo, motor, ano e câmbio. O número OE é a ponte entre o que está no seu veículo e o que cotamos.
Você pode cotar de três formas: informando o número OE original, enviando o VIN (número do chassi) ou fornecendo marca, modelo, ano e código do motor. Quanto mais completa a informação, menor o risco de aplicação incorreta.
Para direção, iluminação e certas peças internas, a direção (esquerda ou direita) é obrigatória, pois não são intercambiáveis. O padrão de emissões também altera sensores e peças de pós-tratamento, por isso pedimos esse dado sempre que aplicável.
O cruzamento combina os dados do veículo com nossa base de aplicações. Dois motores 1.5 L podem pertencer a plataformas diferentes e ter números não intercambiáveis, por isso o código do motor importa tanto quanto o ano.
Quando o retorno traz múltiplos candidatos, a atitude correta é complementar os dados em falta (cilindrada, câmbio, configuração) e não adivinhar. Isso evita enviar a peça errada para o outro lado do mundo.
Dados de catálogo bem formatados não garantem que a compatibilidade esteja correta. Marcas diferentes podem compartilhar o mesmo código numérico apontando para peças totalmente distintas. Por isso confirmamos pelo número real da peça no veículo ou pelo VIN antes de fechar o pedido.
Essa checagem final é a nossa salvaguarda contra enganos de catálogo e a principal forma de proteger sua operação contra devoluções caras.
O VIN permite extrair o número OE e a configuração exata do veículo. Quando você não tem o número da peça, o VIN é a melhor base de cruzamento disponível.
Há diferenças ocultas entre anos do mesmo modelo; interfaces e dimensões podem mudar após o facelift. Por isso pedimos ambos os anos sempre que possível.
Leitura do OE, consulta de substituição (supersession), busca de números intercambiáveis, checagem de dimensões e interfaces, e reconfirmação por ano e motor antes do pedido.
Não necessariamente. Podem pertencer a plataformas diferentes com números não intercambiáveis. O código do motor é essencial para a cotação correta.
Não para direção, iluminação e várias peças internas. Por isso a direção é campo obrigatório na sua solicitação de cotação.
Sim e recomendamos. Fotos e desenhos ajudam a conferir interfaces e dimensões críticas, reduzindo ainda mais o risco de erro.
Envie o número OE ou VIN e cruzamos a peça exata para o seu veículo.
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